o Cousa

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terça-feira, dezembro 19, 2006

CAMPEONATO RALLY´S CORAL DA MADEIRA


Amigos Insulares e Continentais o comentário a que me reporto é destinado ao campeonato Nacional da Madeira em termos absolutos. Campeonato esse muito bem divulgado e organizado (ou não tivessem uma prova a contar para o campeonato da Europa de Rallys com coeficiente máximo) pelos vários clubes que a Madeira dispõem, com um parque automóvel de elevado nível competitivo, nomeadamente o Full S1600, o de Produção Grupo N, ambos sem apoios oficiais e de fazer inveja aos continentais.
Permitam-me este desabafo que habitualmente o digo aos meus amigos (conhecedores do desporto automóvel) que na Madeira existe o melhor parque automóvel de competição nacional.
Assim, como é o caso do Renault Clio, Peugeot 206 em S1600 e na Produção, os Subaru Impreza bem como a Mitsubishi Lancer EVO IX.
Vítor Sá/ Humberto Freitas são pela nona vez campeões nacionais da Madeira no bem preparado Renault Clio S1600 do Team Sá competições do Diamante Negro, embora com muita luta com Alexandre Camacho/Rui Abreu em Peugeot 206 S1600 do Team Olca, Café do Teatro. Incluindo ainda o sempre rápido (do meu ponto de vista) e competitivo Filipe Freitas/Daniel Figueiroa do Team Rallys CD Nacional.
Na Produção Grupo N, Rui Pinto/Duarte Lagos em Subaru Impreza WRX mereceram o campeonato, mas com uma luta fraticida com Pedro Mendes Gomes/Nuno Rodrigues em Mitsubishi Lancer VII. Decepção foi a dupla João Magalhães/ Jorge Pereira o ex. Campeão de produção que poderiam fazer melhor face ao Lancer EVO IX ser mais competitivo e de última geração.
Pois então perguntam os fãs: como é possível que os S1600 sejam mais competitivos do que os carros de produção com motores 2 litros, turbo comprimidos com potências de trezentos e mais cavalos, tracção integral, diferenciais activos electronicamente e não conseguirem vitórias à geral, contrariamente ao Continente onde são os Grupos N que ditam as Leis.
Parece-me simples, pois os S1600 têm uma relação peso potência mais favorável em relação aos carros de produção e a cartografia das PEC (Provas Especiais de Classificação) dos Rallys na Madeira são muito sinuosas, logo mais favoráveis ao alto binário e à baixa e média rotação dos S1600. Permitindo assim, à saída das curvas médias e dos ganchos saírem que nem balas, um regalo para os muitos espectadores presentes nas PEC, que criam uma moldura humana que não se encontra no Continente. Logo uma maior divulgação dos Rallys na Madeira com um retorno muito positivo, por isso mesmo é que a dupla do Continente Vítor Lopes/Jorge Henriques em Citroên C2 S1600 vai disputar o nacional da Madeira no próximo ano.
Um bem Haja Madeira.
PS. No meu próximo comment vou divulgar a escola dos Rallys na Madeira, que são sobre o meu ponto de vista os vários Troféus que em concomitância com o campeonato Nacional, fazem uma longa lista de inscritos muito competitiva.

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